Os ímãs, a Terapia Biomagnética e a Magnetoterapia

Sabemos que ímãs e magnetismo têm ampla aplicação em produtos industriais, como alto-
falantes, motores, transportadores e separadores magnéticos, fechos de móveis, brinquedos, e
até na publicidade, nos conhecidos “ímãs de geladeira”.

O que pouca gente ainda conhece é a aplicação dos imãs e do magnetismo, em nossa saúde, e
em tratamentos médicos.

E muita gente confunde a Magnetoterapia com a Terapia Biomagnética.
A magnetoterapia é “a técnica usa o conceito da sedação e vasoconstrição causadas pelo
contato do polo Norte com a pele do paciente, bem como a tonificação e vasodilatação
promovidas pelo polo Sul na pele do paciente podendo tratar as dores agudas, aliviar dores
crônicas, cicatrizar feridas acidentais ou cirúrgicas, promover o equilíbrio geral do paciente
com uso dos magnetos em pontos específicos do corpo”, como relata o Dr. José Roberto
Tavares Lima, biomédico acupunturista.
A magnetoterapia tem sua origem na China, e podemos até considerar uma “variação” da
acupuntura chinesa. Está baseada, em sua origem, no fato de que no sangue tem ferro, e que
o ímã atrai o ferro.
Já a Terapia Biomagnética tem sua origem no médico-cirurgião mexicano Dr. Isaac Goiz.
A Terapia Biomagnética “escaneia” o corpo do paciente, com ímãs maiores, detectando os
pontos que originam o mal funcionamento de algum órgão, e localiza a presença de vírus,
bactérias, fungos ou parasitas através da identificação de algum excesso de íons
eletropositivos (toxinas, radicais livres, etc.) que acidificam as células, os órgãos, o sangue e as
secreções, alterando o pH dos tecidos. Quando um tecido corporal se polariza positivo (acidez)
pelo excesso de íons de hidrogênio, outro estará polarizado negativo (alcalino), e é justamente
aí que a Terapia Biomagnética vai agir. Também é uma terapia não invasiva, que usa os polos
magnéticos (norte e sul) para tratar a origem das doenças o que vai curar os sintomas,
justamente por neutralizar e eliminar os agentes patogênicos.
Ambas as técnicas têm ampla aplicação em tratamentos de doenças em humanos, e até em
animais, e estão sendo muito divulgadas atualmente em todo mundo.
Ambas utilizam ímãs de neodímio, os chamados “super ímãs” ou ímãs de terras raras. Cada
uma das técnicas tem todo um estudo para definição das dimensões dos ímãs a serem
utilizados e seu posicionamento correto no corpo do paciente.
Hoje, no Brasil, existem alguns cursos sérios, para o treinamento de médicos ou terapeutas
nessas técnicas, e é muito importante um treinamento sério para quem gostaria de “entrar
nesses mundos”.

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